A Ilha Naçao Zumbi

Imersa

Girafas

Para melhorar a fotometria procuro desenvolver pequenos projetos. Um deles é fotografar essas girafas. Vamos ver como ficará essa brincadeira.

No more lonely nights

Entre elaboracao do projeto fotográfico,  uma conversa com um amigo distante, um iogurte com ameixa e farelo de trigo uma música.

Descidas, subidas e vento no rosto

Imagina uma semana que você enfrenta alagamento para ir nas aulas.

Um galho seco por pouco nao atinge sua cabeca.

Você está envolvida em uma atividade e  termina frustrada.

Nao emagrece 1 miserável kilograma na semana

Você nao entra nas suas roupas

No seu lap top os USBs resolvem fazer uma grevizinha e nao funcionam de jeito nenhum

Você tem trabalho para fazer

Tem vontade de sentar no meio do caminho e chorar

Mas respira fundo e abre um horizonte dentro de você, um horizonte só seu.

Chega em casa e ouve palavras tao motivadoras que acredita nelas de uma forma toda especial

Vai dormir confiando que amanha será outro dia

Acorda e volta dormir de novo

Vai namorar os MAC da vida (em especial o iMac)  e encontra uma promocao que cabe no seu bolso e gosto.

Chega em casa e fica com o coracao tao cheio de gratidao e fecilidade, que agradece a Deus por tudo!

Divide a novidade com uma amiga que também conta uma boa notícia,

as duas trocam conversas sobre as configuracoes dos novos membros das famílias

É isso aí a vida como ela é

de subidas e descidas

o que vale é o prazer do vento no rosto.

Dias melhores

Ideias, ideias, ideias

Finalizo em breve o curso de formação adobe CS4 editoração. Tenho que entregar alguns exercícios: um de vetorização, um anúncio de cerveja sem alcool, um folder e um catalogo até 20 laudas. 

Tive infinitas ideias para o projeto e decidi matar vários coelhos com uma cajadada só. Ou seja na minha lista de 101 coisas tem uma série de lugares a serem visitados e fotografados :-) Pois bem, vai rolar um projeto fotográfico.

Aguardem cenas do próximo capitulo!

O telefone do céu

Uma chuva no fim da tarde para refrescar o calor do verão paulistano! Não, não é exatamente isso que vem acontecendo. A chuva invade tudo. Sem dó ou piedade. Parece que a rua virou mar. Estava eu em plena Maria Antonia quando a rua alagou. Carros levemente submersos. Engravatados do Mackenzie sendo umidecidos pelas gotículas do céu.

Eu só desejo que a chuva dê  trégua. Já vou pedir para Deus um fim de semana de sol, sem chuvas e poucas nuvens.

Será sonho ou delírio?

Show The Cranberries

Foi muito emocionante!

:-)

Construção da obra Garbage Wall no MAM

Faxina geral

 O que não me mata me fortalece!  A gripe melhorou bem, persiste somente a tosse e faringite. 

Desde segunda comecei uma faxina geral, primeiro aqui no blog, no orkut, no msn, contatos de e-mail. Acho bom esses momentos de limpeza!

Hoje foi dia que comecei em casa. Quanta coisa não uso! E lá vou eu verificar o que pode ir para reciclagem e doação.

Cada vez mais fortalece o desejo ficar somente com o que necessito.

O ventilador

 Estou praticamente embolorando! Chove quase todos os dias em São Paulo. Onde moro não imunda como muitas regiões. É claro que a rua fica com muita, mais muita enxurrada. O trânsito caótico. Tem vezes que chove em Moema e no Campo Belo não. O marco divisório: avenida Bandeirantes! Coisa louca,  atravessou a ponte parou a chuva.

A umidade consome e incomoda, resolvi comprar um ventilador para auxiliar na circulação do ar. Assim meus colares de sementes teriam ventilação especial, bem como meus sapatos, livros, vestidos etc.

Lá fui eu comprar um ventilador que correspondesse as minhas necessidades. Trago a criatura para casa e quando abro a caixa uma surpresa. Eu teria que montá-lo. Pois bem, sei usar furadeira, bucha, parafuso não terei problema algum em montar esse trem. Mas como nem tudo é perfeito e eu sou cabeça dura. Montei. Liguei e nada, revi o manual de orientação e não via nada.

Procurei manter a calma. Muita calma para não irritar-me com um simples ventilador. 

Fui tomar um banho e voltei a ver porque o dispositivo de fazer vento não fazia seu trabalho.

O ser humano que montou colocou a hélice ao contrário!!! Claro que não ia movimentar-se.  Até aí tudo bem, era só tirar e colocar do lado certo. Mas a mãozinha de fada apertou tanto que o negócio não saía. Aí Deus e agora o que faço com isso? Penso eu.

Saio lá na rua e vou até a borracharia/oficina mecânica próxima. E vou entrando com o ventilador na mão (Às vezes tenho a impressão de viver como no interior). Pergunto cadê o sr Borracha? (é assim que chamo o borracheiro da rua que cumprimento todos os dias).  Que faz a gentileza de tentar tirar a hélice e nada. Entrega para o mecânico que usa um alicate e muita força mecânica para retirar.

E assim, para sorte minha e felicidade das minhas tralhas que receberão vento o mecânico retira a hélice.

Volto para casa e  consigo montar certo dessa vez.

:D

 

Exercícios de photoshop

 

Na semana passada fiz um exercício no photoshop. Não ficou perfeito, só exercitei a ferramenta.

O curso de editoração do SENAC-SP trabalha os três programas da adobe CS4 Ilustrator, Photoshop e Indesign. É um curso intensivo com 102 horas/aula. Mostra as ferramentas e cabe ao aluno desenvolver-se mais. Até porque só a prática proporciona habilidade.

 

Etiqueta para fotos

Fiz uma etiqueta para minhas fotos. A partir de agora usarei essa etiqueta.

The Cranberries

Normalmente não sou de ir em shows. Mas quando vi lá fui eu comprar meu ingresso. O bom que não terei aula :-)

É uma das bandas que mais gosto. Terá concerto também em Santiago do Chile, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
Posto uma música que curto o video.

Uma das minhas preferidas é essa. O video em preto e branco é maravilhoso.

Em São Paulo

De volta a terra da garoa. Calor do Rio + chuva de São Paulo = Gripe! Estou com sinusite, coriza e dor de garganta. Sem vontade de fazer passeios pela cidade. Resultado: leitura, conversa com amigas. E por falar em amiga eu e Junia voltamos as boas. A gente é assim mesmo, briga fica cada uma no seu canto e depois volta. Já são anos de amizade. Somos muito diferentes. O que temos em comum é o desejo de desenvolvimento profissional. Isso é nosso grande ponto em comum. Eu gosto de atividades culturais e ela de balada. Eu gosto de viagem tranquila e ela viagem baladeira. Filmes ? Nunca vamos ao cinema juntas porque temos gostos diferentes. Gosto de filme cult e ela do filme do momento.  Ela quer casar, ter filhos e eu não. Apesar de todas as nossas diferenças admiro a determinação dela.  Afinal para mim, amizade é isso! A pessoa não precisa ser igualzinha. Mas precisa ter respeito,  admiração e alguma coisa em comum.  :-)

Notinhas de aprendizado

O Rio é um lugar lindo com mar e sol.

No entanto descobri que sou mais paulista do que parece. E  ainda gosto do meu jeito paulista de ser.

Eu nunca tinha levado bicicleta para o Rio, e lá fui abordada por um garoto querendo levar meu ciclocomputador. Ah, mano não me intimido não. O “fofo” disse:

- Se você não me der vou meter a mão.  

Eu respondi na maior cara dura:

- Se você meter a mão eu meto a mão em você!

Surpreso com minha resposta me pergunta:

- Você tem coragem de meter a mão em mim???

- Sim, eu tenho coragem sim. De meter a mão em você.

Depois dessa, saiu me ameaçando. 

####

 

Outra coisa que me chamou atenção. Curto fazer os meus programas e ser independente. Não gosto de ficar perto de gente indelicada, grosseira e que se acha. 

####

 

O melhor é voltar diferente do que se foi. Ou seja a melhor parte é o aprendizado. E isso é viajar para viver! 

Rio de Janeiro

Sem muitas fotos, com dor de garganta e muito aprendizado na bagagem.

Vou ao Rio

Andar de bicicleta… e já volto!

A filosofia vai ao cinema

Aniversário de São Paulo – MAM

Exercício aula

Esse estilo não é meu preferido. No entanto para aprender a usar algumas ferramentas preciso de imagens como esta. A original a esquerda, a escurecida no centro e a clara a direita.

O ano do pensamento mágico

 

A vida muda rápido.

A vida muda num instante.

Você senta para jantar e

a vida que você conhecia

acaba de repente.

Joan Didion

 

Estou lendo o livro: O ano do pensamento mágico de Joan Didion. Ainda no comecinho. Nada tenho para falar sobre ele nesse momento. Prefiro aguardar e escrever algo mais descritivo. Mas há algo que gostaria de deixar aqui. Na capa e no inicio do livro tem essas frases.

Vinicius de Moraes e João Cabral

Aprender sobre morte, morrer e viver

É estranho falar sobre algo que parece proibido. Algo que todo mundo sabe um pouco sobre, afinal são as únicas certezas das nossas vidas: o nascimento e a morte! Mas temos uma dificuldade imensa de falar ou pensar sobre a morte.  E eu não sou diferente. Tenho aprendido sobre essa certeza.

É claro que tive proximidade durante anos com o nascimento e com a morte e não consigo tratar de uma forma banal, mecânica e tão racional. Mas ultimamente tenho pensado mais sobre isso. Tem surgido interesse em estudar um pouco sobre tanatologia.  Tanto que penso em fazer o curso oferecido na Faculdade de Medicina da USP. Onde fiz o curso de Aplicação clínica da espiritualidade. Depois disso conheci um professor que trabalha com espiritualidade na Unifesp. Gostei muito da aula e fui aproximando sobre o tema.

 No fim desse ano perdi uma pessoa querida, estavamos em processo terapeutico. E de repente a pessoa não está mais aqui. Foram dias com um sentimento estranho. Depois estive no apartamento e vi ele sendo desmontado. Foi um dia que conversamos sobre as experências com a pessoa querida, contamos histórias, enfim estavamos elabalorando o luto. Compreendendo um pouco sobre essa nossa certeza.

Na quinta feira uma noite chuvosa em São Paulo e eu estava de bicicleta como meio de transporte voltava para casa. Meditava sobre algumas coisas que precisava organizar e de repente lembrei da Marcia Prado, ciclista morta na avenida paulista no ano passado. O que mais me chamou atenção na lembrança ela havia deixado no computador uma pasta caso aconteça algo. Lá ela expressava seu desejo do corpo ser doado para a universidade. Pensei de alguma forma ela pensava na sua finitude.

Não quero dizer que porque pedalo em uma cidade agressiva  preciso preparar-me para morrer. Até porque para ser atropelada não preciso andar de bicicleta. Quando ando a pé já tive vários quase atropelamento. Ainda mais no trânsito que a maioria dos motoristas não são educados. E o nosso querido governo não ajuda em estimular a inserção da bicicleta como estratégia de promoção de saúde, de vida saudável.

No entanto quando penso na finitude da vida, penso na vida. Como desejo vivê-la. Porque aprendi o quanto ela é curta, o quanto ela é frágil, o quanto ela é intensa e maravilhosa.  

É isso aí! Vamos viver!

Fui ali e já voltei!

Ô coisa boa ir ali

conversar com quem aquece o coração

comer o que se gosta preparado com muito carinho

ouvir coisas da vida

sorrir para a vida

encher os olhos de lágrimas com  emoção

compartilhar as vitórias e perdas

caminhar em um parque

fazer orações

abraçar quem se quer bem

e voltar para casa com o coração pulsante!

Que maravilha

Por entre automóveis, ruas e avenidas

Fui e voltei de bicicleta para a aula. Decidi usar mais a bicicleta como meio de transporte. Estou amando! Na avenida Paulista começou a chover pedalei um pouquinho na chuva para refrescar e depois parei até passar.

É interessante como as escolhas mudam quando estamos de bicicleta. Cheguei mais cedo e fui jantar em um complexo de restaurantes que tem na Rua Maria Antonia. Mas acreditem não tinha onde deixar minha bici então baby, vou para um lugar que a bici é bem vinda. Fui na comedoria do Sesc. Além de ter um pequeno bicicletário, tem opção de comida mais natural e  barata.

Estou bem animada com a bicicleta azul. Nem bem chegou já vai dar uma voltinha fora de São Paulo. Pena que será só um dia. Iremos para Campinas,um bate volta. Nunca pedalei em Campinas. Nem tenho ideia de como é. Acho que não é muito diferente de São Paulo. Se alguém de Campinas passar por aqui e pedalar por aí manda umas dicas. Agradeço :D

PS: Entre uma atividade e outra fiquei fazendo desenhos a mão livre como este. Está certo é primitivo! Mas gosto dos desenhos primitivos ;-)

 

Luzes da noite em São Paulo

É só o que me interessa

Daqui desse momento
Do meu olhar pra fora
O mundo é só miragem
A sombra do futuro
A sobra do passado
Assombram a paisagem.

Quem vai virar o jogo
E transformar a perda
Em nossa recompensa
Quando eu olhar pro lado
Eu quero estar cercado
Só de quem me interessa.

É só o que me interessa Lenine

Ilustração

Hoje na aula fiz uma ilustração. Coloquei no layout do outro blog.

Emanuela, a bicicleta azul

Gosto muito de dar nome as minhas bicicletas e assim chega Emanuela. Uma bicicleta que já veio com história para contar. Dobrável, Dahon, azul, esteve em Buenos Aires e na Austrália. E por falar nisso ela é cheia de banderinha da Austrália.

Leve e resitente. Já fiz um pedal com ela. Subimos a Rua da Consolação com louvor, passeamos pela avenida Paulista, jardins e chegamos sem querer na avenida nove de julho, andamos mais um tanto, fomos parar em moema e graças a Deus chegamos na avenida Ibirapuera aí já estamos em casa. Que felicidade cruzar a esquina de casa.

Bem Emanuela veio para ser minha companheira na cidade.  La Negra ficará para trajetos longos, estrada e trilha.

Logo posto uma foto dela.

Um momento

Uma massa, um vinho, uma boa companhia e uma música…

Deu tudo certo!

Pronto estou tranquila novamente. Deu certo a reserva dos meus assentos! Aff

E hoje é sexta feira! Fim de semana chegando oba!

Vou dar um jeito de fazer umas fotos, instalar os programas no lap e estudar, estudar muito. Pelo jeito vou ter que ralar bastante nesse curso.

:-)

Desabafo

Ai Deus minha irritabilidade está a flor da pele!

Sei que não deveria estar assim, e eu mesmo procuro me acalmar, serenidade, serenidade! Mas não tem jeito. Acabo ficando irritada por bobeira. Por incompetência. Comprei minha passagem para viajar no segundo semestre. A agente de viagem falou que tinha marcado o assento e não marcou.Fui na agência e a outra debiloide da agência disse que não se marca assento, só na primeira classe. Ah me poupe. Até parece que eu nunca viajei para lado nenhum. Liguei na companhia e fiquei um tempão esperando como se não tivesse nada para fazer. Conclusão só a peste da agente pode marcar esse assento. Caso contrário só será feito no check-in e como comprei com antecedência quero isso resolvido e nada. 

O melhor é respirar, respirar e contar até 10.

 

Primeiro dia de aula

Enfim o dia 6 chegou, eu amo ir para a escola. Tá certo que é uma escola bem diferente quando frequentava o ensino fundamental, médio, graduação e pós-graduação.

Uma escola que para entrar coloco meu indicador na catraca e aparece meu nome, vou para o andar de TI- Tecnologia de Informação, na sala de aula três fileiras de computadores Mac lindíssimos, o professor se apresenta um design gráfico que atuou em várias agências de publicidade de São Paulo, os alunos se apresentam uma turma variada entre alunos de publicidade, comunicação e outros. Sou a única que vim da área da saúde.

A tela que projeta o mac do professor avisa quando a temperatura da sala está muito quente para os equipamentos.

Pelo jeito o professor direciona mais para a publicidade ainda não deu para sentir bem. Vamos ver o andar da carruagem.

Já tenho material para estudar e a pedagogia utilizada é baseada em projetos, particularmente eu gosto. O projeto individual e será desenvolvido no decorrer do curso.

Posso dizer que começarei a nadar nesse mar, é bem diferente da área acadêmica.

 :-)

 

Um novo tempo

 

Passei por aqui só para dizer que o ano já está a mil e hoje estou cansadíssima. Essa chuva que não para e o calor de matar.

Sementes suecas

Essa exposição está no Museu da Casa Brasileira

Uma pergunta no meio do caminho

 

Esse final de ano foi muito particular, fiquei em São Paulo e gostei muito de ter ficado. Pude descansar bastante e organizar-me para 2010.  Tive tempo para pensar no que farei em 2010. Como no primeiro semestre estarei envolvida com os cursos de informática, no segundo semestre farei uma cicloviagem de longa distância. Serão 31 semanas de preparo e relatarei em um blog específico. Diário de cicloviagem, que por enquanto está com acesso restrito. Se você quer acompanhar ou mesmo ler uma vez ou outra, por gentileza  envie um email para julianareis20@yahoo.com.br e adiciono ok.

 

Seja bem vindo 2010

Ah, esse ano eu quero viver muito.

Quero eliminar tudo que não uso, até meus quilos a mais hehehe

Sentir muito vento no rosto e até uma chuva leve

Quero ver muita, mas muita paisagem diferente

Quero admirar construções incríveis

Quero ouvir e falar novas línguas

Aprender com a diversidade

Quero captar cenas do cotidiano que expressem a vida

Quero ter coragem o suficiente para realizar os meus sonhos

Enfrentar os meus medos e superar minhas limitações

Quero ouvir muitas, mais muitas histórias

Quero contar histórias por grandes retratos

Quero ver as tulipas e as pessoas nos  mercados,

Quero contemplar rios e mares

Quero continuar a ser feliz com as coisas simples

E quero pedalar, pedalar, pedalar…

 

 

 

Feliz ano novo

 

Porque eu sou do tamanho do que vejo

E não do tamanho da minha altura…

E o que vejo são meus sonhos

Fernando Pessoa

Desejo a todos nós um ano de realização de sonhos!

Museu da Casa Brasileira

Localizada na Avenida Faria Lima, 2705 São Paulo Telefone  (11) 3032-3727 site www.mcb.org.br  Visitação de terça a domingo, das 10 h às  18h Ingresso: R$ 4,00 – estudantes: R$ 2,00 Gratuito aos domingos e feriados.

Pássaro

Estive no Museu da Casa Brasileira e lá tem um jardim delicioso. Um recanto! a gente até se esquece que está em São Paulo. Esse pássaro da foto se comportou bem bonitinho durante o ensaio. Pena que não curto fotografar muito pássaros.

No próximo post comento sobre o MCB.

Até

Borboleta

 O segredo é não correr atrás das borboletas…é cuidar do jardim para que elas venham até você.

Mario Quintana

 

Tricô e crochê

Terminei o cachecol e o casaco! :D Nem acreditei o casaco faz muito, mais muito tempo que estava parado. Não fazia mais essas atividades que sempre me dão prazer. Em especial ver que fui eu que fiz hehehe.

Agora resta aprender a costurar. Eba!!! É uma atividade que tenho vontade há muito anos e nunca fiz. Fazer uns modelitos para mim. Criações excluvivas. Ai ai ai tem muita coisa por fazer. Mas antes vou comemorar as pequenas vitórias.

Até já!

New York, eu te amo O Filme

Fui assistir o filme New York, Eu te amo dos mesmos produtores de Paris, eu te amo (que também assisti).

O que mais observei no filme foi a diversidade. As histórias são bem interessantes.

Paisagem urbana

A tardinha fiz pedal, passei no Parque Ibirapuera e segui o meu caminho.

memórias, sonhos, reflexões

Ouço Todo Cambia Mercedes Sosa

O nosso corpo é formado por atomos, como encontramos nas estrelas, no universo, na natureza. Assim quando morremos nosso corpo voltará para a natureza. Falava-me Manuel com a sonoridade da língua espanhola.  

E hoje a noite antes do jantar lembrei-me de você. Senti uma mistura de saudade, pressa de viver, medo de perder oportunidades de ouvir pessoas como você. Com profundidade de alma.

Lembrei das tardes que tive a oportunidade de aprender sobre mim, sobre Jung, sobre você, sobre a vida. 

Vou sentir muita falta! Apesar da minha tristeza momentanea e até egoísta. Sei o quanto me ensinou e como posso utilizar na minha vida.

Gostava das perguntas que me fazia. Gostava dos desafios. Confesso que refletia, clarificava de forma tão inteira. 

Confesso que passei dias sem aceitar a morte tão repentina e o sentimento de orfandade me invadia cada vez que pensava não ter mais as nossas conversas. Mas lembrei de Fernando Sabino quando diz:  De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos sempre começando… A certeza de que é preciso continuar… A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar… Portanto devemos fazer: Da interrupção um caminho novo, Da queda um passo de dança Do medo, uma escada, Do sonho, uma ponte  Da procura… um encontro.

Obrigada!

O poder do foco

Estou a ler um livro muito interessante: O poder do foco de Jack Canfield, Mark Victor Hansen e Len Hewitt. Fiz a primeira leitura. Quando o livro tem um conteúdo rico para ser explorado faço leitura ativa. Sim, leitura ativa. Consiste em anotar e grifar o que faz sentido para mim. Além de fazer anotações específicas, escrevo conhecimentos relacionados com o tema, bem como o que necessita ser desenvolvido.

O melhor da leitura ativa não é o momento que anoto e sim depois de um tempo retomo o livro e visualizo as anotações.

Pois bem, voltando ao poder do foco, tem exercícios e muitas dicas para mudar maus hábitos. E quem não os tem?

O desafio é transformá-los em um bom hábito.

Eu tenho uma série de maus hábitos que quero torná-los bons. Não é do dia para noite que isso acontece. Mas o fato de reconhecer e querer mudar já é alguma coisa não?

 Desenvolver a si mesmo é um processo sem fim e um desafio. Saber como pensa, se sente, a finalidade da vida e como quer vivê-la.

Continuarei a ler o livro e falo mais sobre ele.

 

Lei de murphy no meu caminho!

Sim, eu acredito na lei de murphy!

Senta que lá vem história. 

Fim de ano como todo cidadão paulistano também queria sair de São Paulo ver outras paisagens, libertar do trânsito e pedalar serena e tranquila pelas estradinhas de terra do interior do Rio Grande do Sul, lá no sul do meu amado país.

Pois bem, roteiro pronto: São Paulo até Foz do Iguaçu onde passaria o natal com a família de uma amiga queridíssima de anos a fio. Entraria na Argentina com objetivo de chegar em São Borja onde começa o caminho das missões, um caminho histórico cultural que finaliza em Santo Angelo. De lá seguiria até Santa Maria e visitaria meu querido amigo Jorge. Peguei dicas com o pessoal do cicloturismo e tudo mais.

Quando o caso dá para complicar não tem jeito. Complica mesmo sem possibilidade de ressucitação. Ao mandar as datas para reservar a hospedagem um dia não tinha vaga no lugar desejado. Eu já tinha solicitado. Depois conversando com o pessoal da organização São Borja estava sem o serviço.  Só voltaria no dia 04 de janeiro. Mas dia 6 tenho que estar em Sampa baby. Meu curso começa e não quero faltar.

Resumo da ópera avisei os meus queridos que não ia rolar. Ficarei em São Paulo :-)

Não achei ruim ficar por aqui não. É claro que eu ia curtir bastante sair um pouco. Não rolou, não rolou.

Aprendi ver o lado bom das coisas. Já fiz meus contatos por lá e vou em outra oportunidade.

Zigue Zague Moda e Arte no MAM São Paulo

O tempo é curto!

 

 

Portfólio do FOFAT

O FOFAT é uma imersão com vivências na qual trabalha-se a família de origem e a família atual do terapeuta. É uma experiência bem intensa porque evidência os relacionamentos e assim se tem a oportunidade de conhecer mais sobre si mesmo.

Para realização foi solicitado elaborar um genograma da família. Além disso um repertório de fotos do participante em diversas fases da vida.

Como estava lendo bastante sobre história de vida, havia feito a linha do tempo e as charneiras ou seja as dobradiças, mudanças para outro ciclo. Um livro que ajudou-me na compreensão foi rodas em rede e o referencial de Josso.

Assim classifiquei as fotos das fases, essas fases com ano de inicio e fim. Não é um processo simples porque a medida que monta a linha do tempo repensa-se uma série de coisas. É uma experiência profunda, intima consigo mesma. Mas tão gratificante por ter acesso a essencia de si mesmo.

Engraçado conhecer a si mesmo deveria ser um ato simples. Mas não é não. Primeira item importante é querer. Estar disposto a ver o que muitas vezes não se quer ver. Mexer com o que está oculto.      Como diz uma amiga:          – Mexer na caixa preta! hahaha

No inicio do FOFAT realizamos um relaxamento com coordenadas. Uma delas visualize uma casa que morou na sua infância. Visualize o lugar que gostava de ficar.

Bem, eu morei próximo da casa de minha vó eram terrenos diferentes, mas vizinhos. Eu ficava muito na casa dela. O lugar que mais gostava era o jardim que havia na frente.

Como minha vó tinha problemas respiratórios uma vez ou outra eu dormia lá para fazer companhia. Gostava de ouvir as histórias. Filha de imigrantes alemães. Casou-se com um filho de imigrante português.

No portfólio nessa  página coloquei fotos duas fases: Criança e adulta. quem sabe elas conversam um pouco mais hehehe.

Já nessa fase inicio da adolescência, putz eu era magrelinha. Quero emagrecer!!!! O que mais gostava dessa fase era ler, biblioteca e nadar. Só não gostava da leitura obrigatória. Achava um saco ter que ler o que não estava afim. Lembro que ganhei um livro pirado as profecias de nostradamus e gostava  porque tinha uma série de palavras que eu não conhecia. Foi a primeira vez que li subconsciente. Tinha uns 11 anos. O pior era perguntar o que era subconsciente para a professora de geografia e levar um coice.  Mas tudo bem. Isso foi ótimo para aprender a fazer minhas próprias buscas. Não quer dizer que não tive professoras significativas. Ah como tive.

Nessa outra fase estudava, trabalhava, tinha boas amizades e até uns namoradinhos hehehe.

Alguns mais significativos que outros. Mas nada muito duradouro.  Um pouco antes dessa fase conheci um menino irmão de amiga  que fazia engenharia. Um cara que desejava ter cinco filhos!!! Caraca é muito filho.  Depois de alguns anos brinquei: – Meu você deve ter jogado uma praga em mim. Mas não falava por conta dos cinco filhos que eu não tive nenhum. Mas por conta dos engenheiros loucos que aparecem na minha vida.

Eu que curto o povo de humanas, de artes. Mas acabo apaixonando pelos exatóides.

O lado prático e racional talvez me atraia. Sei lá vai entender.

Já nessa outra fase trabalhava muito, estudava pouco. Menos do que eu gostaria. Vivia dentro de hospital. Aprendi uma série de coisas. As vezes tenho saudade do ritmo louco de hospital, das pessoas, da assistência. Mas eu queria mais, e o hospital não atendia minha necessidade. Como hoje não atende. E para isso fui estudar. Ampliar meu olhar de mundo. Viver outras coisas. 

Boa época!  Foi nessa fase que voltei a pedalar. Morava em uma cidade legal ia de bici para tudo.  É claro uma vez ou outra ouvia:

- O louca quer morrer! 

Nem imaginava que um dia ia pedalar em outras avenidas mais agressivas.

Foi nessa fase que passava horas conversando sobre administração, psicologia, astronomia, física, matemática, filosofia…

Lembro de uma cena hilária. Madrugada falando sobre teoria da relatividade com um amigo físico. Meu esses caras estudam demais.

Depois dessa fase casei com uma pessoa que gostei bastante.  Ai é outra página 6 anos quase. Aprendi uma série de coisas do universo masculino. Sem contar que tinhamos muitas afinidades. Mas as estações mudam e a gente também muda. E acabei separando quando vim fazer mestrado em São Paulo. Aí já começa outra fase ;-)   e essa já tem escrito aqui no blog!

 

Caminho das missões


Correria de final de ano e eu estou cansada.

 Havia programado passar um temporada no nordeste e tudo foi mudando. Primeiro com a decisão de não prestar mais o processo de seleção da pós graduação lá, depois com a minha saída da universidade e o termino do curso da pós graduação aqui. Foi um momento divisor de águas quando resolvi finalizar esse curso e deixar as coisas acontecerem um pouco. 

 Então pude dar uma organizada na vida. Fui fazer o curso de fotografia, entrei em contato com áreas diferentes, com coisas que desejava  algum tempo, mas que por um motivo ou outro ficava de fora. Fiz minha inscrição nos cursos do senac que antes de morar em São Paulo tinha vontade de fazer, começo o ano com eles. E assim, a partir de novembro comecei a buscar um novo momento profissional, quero ter mobilidade, utilizar o meu conhecimento de forma mais criativa e dinâmica. Gosto de trabalhar com inovação e ser dona do meu próprio nariz.  Aprender com os acertos e com o meus erros.

Com o final do curso de Terapia comunitária só pensava em sair para pedalar. Fazer um cicloviagem sozinha em um lugar tranquilo. Esse desejo foi tomando conta de mim que a viagem para o nordeste ficou muito distante. Até porque nessa época nordeste é lotado, alta temporada, preço carinho. Resolvi o dinheiro e  tempo que gasto por lá invisto em cursos aqui. Mas o desejo de pedalar é forte. Fiquei entre caminho das missões no Rio Grande do Sul e Circuito do Vale Europeu em Santa Catarina. Ambos na minha lista 101.

Optei pelo caminho das missões. Farei sem nenhuma conotação religiosa sim, pela estrutura oferecida. Portanto, tenho poucos dias para organizar minha cicloviagem.

Fim de ciclo


  Sexta-feira enfrento o trânsito da avenida Paulista para chegar no meu destino. Ligo para comunicar que vou atrasar cerca de 10 a 15 minutos. Ninguém me atende. Estranho um pouco, mas tudo bem logo chego.

Desço a rua frei caneca rapidamente quase com um ritual bem conhecido.

Aperto o interfone e anúncio minha chegada. O portão se abre.

- Juliana ninguém atende.

- O telefone também não atendeu. Mas marcamos hoje.

- Sim, mas ninguém atende. Ontem não atendeu a faxineira.

- Tente novamente. Deve ter acontecido alguma coisa.

É claro que não pensei coisa boa, senti algo estranho no ar.

Depois de algumas tentativas.

- Vou chamar o zelador para verificar o apartamento.

Eu fiquei esperando a resposta do zelador. Quando volta para a portaria,  a notícia que não queria acreditar. Está morto!

Fiquei congelada sem ação. Só sentia o vento do entardecer. Esperei mais alguns instantes enquanto comunicam a família.

Não quis ficar ali. Precisava sair, anda, aceitar o que não queria acreditar.

Eu estava tão feliz porque havia terminado as rodas de terapia comunitária. Quem convive comigo sabe o quanto isso foi importante. E mais do que ninguém ele precisava saber que eu tinha terminado. Não queria que tivesse partido assim, tão rapidamente.

Haviamos conversado sobre a morte há umas duas semanas e fez – me refletir positivamente sobre tantas coisas.  E agora ele vai assim. 

Ando pelo caminho bem conhecido e passo na padaria para tomar um suco e recuperar -me.  Continuo a caminhar e tentar digerir a nova realidade.

Horas depois passo na livraria e de repente vejo o livro Memórias, sonhos e reflexos sobre Jung. Interessante que havia combinado de ler este livro depois que terminasse as rodas. Livro que durante semanas conversavamos.

Pois bem, agora vou ler.  Amanhã vou no enterro.

Tem gente bonita fazendo aniversário hoje!

Minha querida amiga Nina!

A saudade é demais. Matei um pouquinho fazendo um passeio semelhante ao que faziamos juntas. Só não teve conversa de mulherzinha. :-(

Espero em breve visitá-la na sua terra.

Deixo uma música para celebrar nossa amizade.

Nina Simone Baby!

Ano de transição

 
   

Alegria

A joyous, magical feeling

Estou a pensar na minha retrospectiva e projeções para 2010. O bom de ter um blog é a praticidade em fazer essa tal retrospectiva. No último dia do ano desejava neste post Feliz ano novo… um caminho novo: alegria, saúde, amor, desafios, determinação, gratidão e novos horizontes. Apesar de ser difícil mensurar a alegria, amor, desafios … Consigo visualizar em vários momentos de 2009.

Tive muitos momentos alegres: conheci muitas pessoas,  de diferentes áreas de atuação, com ideais semelhantes, bem como personalidade interessante e pude aprender mais e mais com cada uma delas. Visitei lugares que trouxeram-me  emoções. Fiz cursos que gostei demais. Ampliei minha visão de mundo.

Os desafios e determinação? Ah foram vários. Desde pedalar sozinha, vencer subidas e descidas quanto realizar mudanças de casa, trabalho, estudos, direcionamento etc e tal.

 Amor e gratidão, sem dúvida um ano muito marcante divisor de águas. Aprendi muito sobre mim, sobre meus relacionamentos e tudo mais. Voltei a fazer terapia, isso é um ato de amor para comigo mesma.

E novos horizontes! cara nem imaginava o quanto isso é significativo. Mas como pontuei em um outro momento foi um ano de transição.

Para 2010 desejo foco, muito, mais muito foco. Ah, sem falar dos itens da minha listinha quero eliminá-los.

FOFAT

Terapia comunitária II

“A vida só é possível se reinventada”

Cecilia Meireles

Plena madrugada e cá estou eu: acordadíssima! Hoje inicia-se o FOFAT, um curso de imersão com duração de 3 dias em um hotel. Essa imersão faz parte do curso de Terapia comunitária. Não preciso nem dizer que estou muito apreensiva para essa vivência. Mas sei que será importante para finalizar o curso.

Montei um pequeno portfólio com fotos de várias fases da minha vida, fiz o genograma e ainda não imprimi.

Usei técnicas de encadernação e scrapbook para montá-lo. Tinha aqui em casa uns papéis color plus amarelo.E lá fui eu juntar tudo. Em uma página coloquei sentadinhas em um banco de jardim duas fotos minhas em épocas diferentes. Foi super interessante fazer isso. Faltam as fotos da fase 2007-2009 que serão inseridas posteriormente.

Essa atividade nada fácil  de refletir sobre a história de vida e resignificá-la. Parece uma viagem tão rápida, um trajeto de carro em uma estrada com tantos detalhes. Por isso achei por bem reduzir a velocidade,  prestar atenção nos detalhes.

Durante esse processo todo olhar a essência, resgatar desejos, sonhos, conhecer mais sobre si mesmo. Dá trabalho hehehe. No entanto de todas as minhas fases a que mais gosto é a atual. Mesmo com tantas dúvidas e incertezas.

Lembrei de uma vez  brincando com o puxa conversa saiu uma pergunta assim: –  O que você prefere uma vida tranquila e segura ou cheia de aventuras e incertezas?  Bem, eu prefiro uma vida cheia de aventuras e incertezas. Até porque não acredito em uma vida com muita certeza. O que é certeza na vida? O nascimento e a morte! O restante é a linha da vida. Cada um traça a sua conforme o risco de Deus! Mas esse traçar é interessante. Esse ano aprendi a dar espaço para o imprevisto. Vê-lo como algo bom. Que tira as coisas do lugarzinho certeiro. Mostra que tem muita coisa para mudar e aprender. E isso requer coragem, generosidade e disposição para o novo.

O papo está bom, mas preciso terminar esse genograma e imprimir.

Até a próxima postagem :-)

“Sim, já é outra viagem e o meu coração selvagem
Tem essa pressa de viver”

Belchior

No domingo  estava conversando com minha irmã pelo msn. Ela contou-me que um tio havia morrido. Eu fiquei muito, mais muito triste. O sentimento de luto, levou-me a um tempo, tempo que era criança e brincava no jardim da casa de minha vó. De lá só saia para brincar na rua. Em especial quando esse meu tio chegava de viagem. Ele dirigia carretas imensas. Estacionava na rua na frente da casa. Eu ficava encantada com a possibilidade de  brincar naquele novo espaço. Mas não era só isso que me atraia. Esse tio contava para minha vó os lugares que havia ido, a cultura local. Lembro-me das primeiras vezes que ouvi sobre a Argentina.

Interessante que só me dei conta que a minha paixão pelas estradas  Argentinas veio dos relatos dessas viagens. Mas do que isso, senti uma grande gratidão por ter despertado a minha curiosidade por um país com uma beleza natural tão rica.

E eu já ando com saudade de ver o nascer austral do sol.

Lixo?

 

O dia que vi esse carro a transitar nos arredores da Escola Paulista fiquei olhando  atônita com tanto lixo que carregava dentro e fora do carrinho.

Sujeito feminino um olhar latino-americano

Pensamento

 

A personalidade quer desenvolver-se a partir de suas condições inconscientes, e sentir-se viver enquanto totalidade, mas há profundamente enraizada no homem uma resistência a tudo o que quer lhe permitir saber mais sobre si próprio.

Jung

Movimento

 

Só duvide de quem duvida de você

Gabriel Pensador

Terapia Comunitária

Fim de semana chega com saldo positivo ;-) consegui fazer 8 rodas. Mas tenho que aumentar para conseguir terminar em dezembro. 

Além do mais aprendi: existe tarefa  que precisa ser concluída e para isso, precisa-se não só de tempo, energia física, emocional …. mas precisa-se trabalhar expectativas. Não esperar um grande retorno.

Aprendi ser menos visceral e mais racional. E não sofrer por isso. 

Enfim, o trabalho de conclusão vou escrever um pouco esse fim de semana , para entregar em 10 dias. É outra coisa que quero livrar-me este ano.

Meu último dia de aula será dia 14 de dezembro. Ainda tenho o FOFAT no final da próxima semana. Não ando muito disponível para vivências intensas neste momento. No entanto, fecha-se um ciclo importante. Já vejo indicios do outro chegando. Eba :D

A quanto a lista rsrsrs preciso dar uma revisada porque tem item pouco especifico e de difícil mensuração. Vou dar um update nela.

Até a próxima postagem

Tenho pressa de viver

 

Forno

 

Análise multivariada de dados com Minitab

Trabalho em equipe

Exposição sobre design editorial

Construção da beleza

 

Estive recentemente na exposição construção da beleza. São peças produzidas por tribos indigenas brasileiras. Abornos feitos de penas de animais.

Rapidinha

Putz, acho que vou falar um tempo dessa lista. Tenham paciência comigo. Logo desencano. É fim de ano e a sensação de conclusão aperta. Essas 48 rodas de terapia comunitária estão me surtando. Lá estou eu firme e forte. Luto para terminar em dezembro estourando em janeiro.