Diario de Notas e Fotografias

Estação da Luz anoite

Publicado em São Paulo, fotografia por Juliana Reis em 17/07/2009

estação da luz anoite

A vida em movimento

Publicado em Pequenos Prazeres, Reflexões, São Paulo, fotografia por Juliana Reis em 17/07/2009
Um sol
Com a cabeça na lua
A lua que gira, que gira, que girassol
Teatro Mágico

Estação da Luz cenas da paisagem urbana

Publicado em São Paulo, fotografia por Juliana Reis em 17/07/2009

Estação da luz

 

estação da luz são paulo

estação da luz sp

Simples desejo

Publicado em Cotidiano, São Paulo por Juliana Reis em 17/07/2009

Abrir a porta do dia a dia…

Exposição no Intituto Cervantes

Publicado em Centro Cultural, São Paulo, fotografia, literatura por Juliana Reis em 17/07/2009

Instituto Cervantes

 

Exposição

 

Dom quixote

Casa de espelhos

Publicado em Centro Cultural, São Paulo, fotografia por Juliana Reis em 17/07/2009

casa de espelhos

Exposição na CAIXA Cultural São Paulo Galeria vitrine Paulista Conjunto Nacional. Mais informações acesse www.caixa.gov.br/cultural

exposição casa de espelhos

Nessa parede está escrito apresentação da exposição. O texto de Marcelo Rezende reproduzi aqui:

O SEGUNDO PRIMEIRO FILME

Poucas coisas são tão misteriosas quanto aquilo que se chama, ou se aprende a chamar, de “vida cotidiana”. Essa expressão guarda algumas desconfianças (a mais assustadora, a de que tudo se repete, todos os dias) e um certo número de certezas. A mais evidente, a que essa existência acontece em um determinado tempo, e em um lugar particular. Como agora, neste instante, nesta “Casa de Espelhos”. Mas aqui, nada está sendo repetido, reprisado. Trata-se sobretudo de uma interrupção.

Mas por qual razão sob o cotidiano se esconde esse fantasma da repetição? Uma resposta provável está na idéia de que na sucessão de fatos, acontecimentos de uma jornada – logo, de uma vida – se formam crenças e verdades que são apenas convenções. Nos modos de vida cotidianos se esconderia uma mentira, uma invenção  pervesa fazendo com que parecesse ter sido tudo, de todas as formas, escolhido e decidido antes mesmo de alguém ter chegado ao mundo, que passa a ser sempre algo “que é”, e raramente “o que poderá ser”. As relações de dominação são o que também se repete.

Contra essa repetição, Lucia Koch faz uso de um momento de suspensão. Com “Casa de Espelhos” algo se interrompe a partir de uma experiência coletiva urbana. Este lugar não é mais que se conhece, assim como a vivência com este espaço, neste momento, não é a mesma. Há agora um corte, uma outra situação, uma possibilidade criada a partir de uma insurreição estética contra os modos habituais de se pensar ou sentir um território. Ganha-se assim uma renovada condição: se cada um vive a vida como cenas que apenas se repetem ( o cotidiano) em um mesmo cenário (a cidade), agora é possível fazer, pela segunda vez, um primeiro filme, como se tudo não pudesse se repetir jamais.               Marcelo Rezende

Eu na casa de espelhos

Foi meu!

Publicado em Cotidiano, São Paulo, fotografia por Juliana Reis em 17/07/2009


Nunca pensei em tocar piano na Estação da Luz em São Paulo. Achei o máximo o piano disponível para qualquer pessoa tocar. E as pessoas em volta apreciarem

É claro que eu não sei tocar nada hehehe… Mas mesmo assim sou muito musical.

Praça do ciclista

Publicado em Cotidiano, São Paulo, fotografia por Juliana Reis em 17/07/2009
Eu canto aqui
Eu olho daqui
Eu ando aqui
Eu vivo!
Cordel do fogo encantado