Duas loucas conversando
- Alô?
- Oi?
- Por que você não atende o seu outro telefone?
- Ouvi mesmo tocar lá embaixo! Vou lá atender.
- Tá.
trimmmmmmm
-Oi
- Você não usa mais esse telefone?
- Uso sim.
- Eu tô verme.
- Verme???? Por que?
- Porque da outra vez que estive assim estava com verme.
- hahahah
- É sério!!!
- Hum, eu acho que também devo estar… porque estou com muito sono ultimamente.
O futuro da humanidade

Comecei este livro ontem anoite. Retrata o relacionamento de um estudante de medicina e um morador de rua. Moradores de rua não! Moradores de calçada! Já tive algum contato com moradores de calçada como se auto denominam. Porque na rua o carro passa e atropela. É morador de calçada!!! Ouvi isso de duas colegas do curso de Terapia comunitária.
Para ser grande, sê inteiro…

Essa semana li intensamente os textos de Eliane Brum, uma jornalista gaúcha que escreve um misto de jornalismo literário com um cheiro de filosofia existencial e um sabor de história de vida. Isso mesmo história de vidas e dela mesma. Como uma grande teia de fios da vida em um universo intenso e incerto.
A cada texto chamou minha atenção para: vida, morte, riscos, incerteza, coragem, escuta sensível, pessoas comuns… sinalizou-me para mim mesma.
Identifico com a sua fala. Que ecoa em mim algo transformador! Porporciona conexão com minha grandeza, com a inteireza do meu universo. E lembra-me quem eu sou. Como uma roda de de TC – Terapia Comunitária. Espaço onde ouço infinitas vozes retratando fragmentos da vida e esses fragmentos encaixam-se na minha história, no meu universo. Auxiliando o meu movimento dinâmico e particular.
O texto: Você gosta do que faz? Certificou em mim que realmente não trabalho somente pelo salário. Que o meu valor está ligado a autonomia de criação, ao respeito, o ato de ser ouvida. Pensei nas coisas que me movem, e a paralisia que tem me rodado. Talvez esteja porque com a espinha quebrada é difícil de caminhar…Mas o ato de caminhar é inteiramente meu. Não depende de ninguém. Busco coragem em mim mesma para explorar outros territórios, unir conhecimentos, habilidades e atitudes.
O texto vida de clichê reforçou o entendimento de saber perder, saber ganhar… Estava conversando com uma amiga sobre isso não ter medo de perder e do que agregamos durante o trajeto. No entanto o ponto que mais me tocou foi sobre a entrevista de Helio Pellegrino. Levou-me a refletir o quanto preciso concluir os meus projetos, ou seja parir! parar de gestar…
Quem quiser ler alguns texto de Eliane Brum clique aqui.
A gente só conhece bem as coisas que cativou…

Como não lembrar de Saint-Exupéry dizendo: “As pessoas têm estrelas que não são as mesmas. Para uns, que viajam, as estrelas são guias. Para outros, elas não passam de pequenas luzes. Tu porém, terás estrelas como ninguém… Quero dizer: quando olhares o céu de noite, (porque habitarei uma delas e estarei rindo), então será como se todas as estrelas te rissem! E tu terás estrelas que sabem sorrir! Assim, tu te sentirás contente por me teres conhecido.”
E eu fiquei imensamente feliz por conhecer essas estrelas… que brilham com luz própria, aquecem os corações, iluminam o caminho de muitas pessoas ao refletirem suas luzes… Ai que bom poder saber notícias de cada uma delas…
Minha satisfação não se limita em ter formado um outro profissional, mas saber que são profissionais que dividimos ideias e ideais!
Cada macaco no seu galho

Não acredito em acaso e sim, na sincronicidade das pessoas, dos momentos e dos lugares. Sofrer o risco é inevitável. Sentir a perda é natural em um universo de encontros de desencontros. Viver o ganho é uma arte fantastica, que nos enriquece a cada dia com os desafios do ganha perde ganha. E a coragem para dizer valeu a pena, mas cada macaco no seu galho! Fica próximo de mim realmente quem eu posso compartilhar. Como já dizia Mafalda Veiga: guardar o que for bom guardar.
Essa louca vida da gente que nos leva a lugares incríveis, momentos imprescindíveis e a pessoas significativas. Encanta-me cada vez mais… No entanto deixar a porta aberta é um grande aprendizado. Não só para fases da vida, mas para pessoas que entram e saem das nossas vidas por motivos insignificantes aparentemente. Mas não, não é insignificante não saber ser presente. Ou simplesmente achar que é presente, mas no universo vivo é ausente. Isso basta para mim…Sua balança não é compatível com a minha. Não valorizo quantidade e sim qualidade… e isso meu bem, não é para qualquer pessoa.
Bem, hoje em dia aprendi a valorizar muito mais a presença e do que a ausência.
Cores de Almodovar

Em minhas andanças nas exposições paulistana, gostei tanto do encarte, que quando cheguei em casa colei em um canto da casa. Com inúmeras transformações na disposição das coisas na nova casa. A Penelópe veio para o banheiro, próximo de um vaso de flores. Vermelha! Intensa! Como as cores dos filmes de Almodóvar, e assim dá cor logo pela manhã.
Essa cor não ficou somente no banheiro, veio para outros moveis em vasos de vidros que ganhei. Estes foram reinventados e ganham notoriedade na composição do ambiente.
Fiquei pensando por algum tempo como é bom reinventar. Não só os objetos que caracterizam a nossa casa. Mas reinventar a si mesmo. Nem que para isso seja necessário esvaziar-se para poder encher-se do novo. Encher os olhos com a flor vermelha e preencher-se de intensidade.
Núcleo de Apoio à Saúde da Família
Este ano tive a oportunidade de conhecer a proposta de trabalho do NASF – Núcleo de Apoio à Saúde da Família. Desde então trocamos informações. Nas fotos Educador físico, fonoaudiologa, assistente social e nutricionista. Para quem deseja saber mais acesse: Atenção Básica Saúde da Família

Rouge

O vermelho tem invadido sem pedir licença. Alcança as flores espalhadas pela casa… Não tem como deixar de envolver-me por essa cor intensa e forte.
Queria escrever mais, porém meu dia foi muito corrido. Fui para o extremo sul da região sul de São Paulo: uma viagem maluca. Quando chego por lá acho que sai de São Paulo literalmente. Estou em qualquer parte do mundo.
Também tive uma aula sobre resiliência. Gostei muito porque vejo o quanto pode-se desenvolvê-la. Isso mesmo. Desenvolver resiliência! Vou estudar mais sobre isso…
Desafios

Está complicado gerenciar dois blogs sem temática específica. Resolvi centrar tudo por aqui por enquanto. Bem estou preparando-me para uma exposição. É um desafio! Mas necessário no desenvolvimento profissional. Tenho algumas coisas e outras em mente.
Quero fazer uns cursos e agregar ao que desejo profissionalmente e como pessoa.
Colcha de retalhos o filme
Assisti esse filme há tanto tempo e ainda gosto muito dele.
Série decoração alternativa 1

Sai para pesquisar as cortinhas dessas janelas. Demora um tempo até que a casa fiquei do jeito que quero. Gosto de material alternativo que facilite a mobilidade. Cores fortes com cores neutras. Aqui as caixas viraram estante para livros. Depois dessa foto ainda arrumei os livros. Em outro momento posto novamente. Quando estiver com as cortinas.
Terapia Comunitária
Essa semana fiz algumas rodas de TC. Ainda tenho muitas para fazer. Duas delas fizemos com profissionais de enfermagem em formação.Associação Catalã
Achei sem querer a Associação Catalã e visitei rapidamente. É uma casa muito charmosa que além de oferecer o curso de catalão, abre espaço para atividades culturais e gastronômicas. Quem apresentou-me o espaço e falou sobre as atividades foi o presidente da associação.
Quem tiver interesse em saber mais acesse: www.catalonia.com.br
Gostei do local e sempre vou aparecer por lá.

Cavalo marinho

Essa semana passei no Tecnologia em Aquários e vi este cavalo marinho lindo. Fiquei encantada com a beleza e movimento desse animal marinho.
Palestra Presidente da NANDA
Por onde andou o motociclista 2007

Está foi uma das fotos que mais gostei!
Olha o detalhe do mapa conceitual lá no diario de viagem. Boa boa!!!!
De viaje exposição no Instituto Cervantes
Está em cartaz a exposição De viaje e lá fui eu conferir.
São fotos que encantam na simplicidade, na diferença que a vida pode ser para quem tem coragem de ir além…



Mais mudanças…

Gente!
Minha vida nos últimos meses tem passado por uma série de mudanças… Vocês estão cansados de ouvir falar essa palavra não?
Bem, mudei de estado civil, de nome ainda estou mudando (tenho que refazer todos meus documentos) enfim… mudei de casa, de bairro, de planos, de sentidos… Agora estou mudando também profissionalmente!
Por esta razão de mudanças profissionais não usarei mais o nome Portfólio no blogger do Blogspot.com Portanto passa-se a chamar registro amarelo para acessá-lo clic Aqui.
É claro, senti como se estivesse assasinado o blog velho de guerra… tá certo que ele sofreu várias tentativas, mas nenhuma tão fuminante assim.
Em breve tenho uma novidade barbara para partilhar com as pessoas que passam por aqui… mas por enquanto é segredinho…
Roda de Terapia Comunitária
Tempos de paz
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Lembrei da história de vida de pessoas que conheci que são imigrantes e filhos de imigrantes; pessoas que viveram o período da II guerra, do pós II guerra.
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O dialogo entre os personagens falando de suas lembranças, o estar presente!
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A tentativa de mudança de profissão de um dos personagens. A descoberta do fazer e professar o que se faz.
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A emoção que a profissão pode trazer seja ela qual for.
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A liberdade e a prisão do fazer.
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A expectativa com o novo, a frustração e aceitação.
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A arte de fazer o que se sabe…
Pergunta:
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Você já teve desejo de mudar de profissão?
-
Deu espaço para este desejo concretizar?
-
Quais estratégias utilizou?
Julie e Julia
Vi no Sopa vermelha sobre o filme e fui conferir o trailer.
Ah quero assistir!
Assim ter história para contar…

Meu humor está uma montanha russa. Juntou a mudança que não organizei toda. Porque fico brigando com os parafusos. Sim, isso mesmo literalmente. Resolvi eu mesma instalar as minhas prateleiras da cozinha, o closet… enfim. Se tivesse contratado alguém já teria terminado e eu ficava só com a organização. Mas não! A dona teimosa resolveu que faria tudo sozinha. Portanto é um grande aprendizado de paciência, determinação, tolerância… Mas logo termina, ô se termina!
A mudança de bairro também… essa fase de adaptação. Ficou mais longe do meu trabalho, mas perto do meus estudos… Momentos de descobertas e de desprendimentos da rotina. A subidas e descidas do novo bairro. O ambiente conhecido do velho Campo Belo. Fez me ontem após a faculdade tomar uma sopa com uma amiga. E assim colocarmos o papo em dia.
Andar pela vila Mariana é transitar em minha memória afetiva. No entanto, a minha sensação é que mudei para São Paulo agora. Ou seja nova adaptação!!! Até parece que não estou escolada nisso. Adaptar-me com as mudanças… Está certo que acho que demoro algumas vezes… queria ser mais rápida nisso. Voilá Nem tudo é perfeito!!
Ver sempre o lado bom das mudanças… ter consciência que tudo é transitório. Lembrei do momento que despedia de um dos ciclistas no caminho. Falavamos sobre o desejo de que as pessoas queridas (pais, amigos, irmãos,avós, amores, animais, coisas…) seguissem o caminho com a gente. Mas na vida não é assim. É preciso ter desprendimento para deixar o outro ir embora ou a gente e assim, seguirmos sabendo que as pessoas são livres nas escolhas. Mesmo caminhando junto temos o próprio caminho para vivenciar. Com o que a vida nos dá e o que fazemos com isso.
Talvez essa forma de olhar fez-me reconhecer que pessoas vêem e vão… O que fica é o que vivi com aquela pessoa e pronto. Continuo o meu caminho. As pessoas, os momentos ficarão no baúzinho de memórias… vivo!!! Mas a minha vida tem que continuar: VIVA!!! Aberta para coisas novas… Pode até ser poucas mais intensas.
Tem uma frase que ouvi esses dias e gostei muito. “É preciso atravessar a rua. Ver como é o outro lado…” Pois bem, atravessei a rua para viver o outro lado em algumas coisas. Tem um outro tanto ainda esperando que eu atravesse a rua.
É bom
É bom olhar pra trás e admirar a vida que soubemos fazer

É bom olhar pra frente, é bom nunca é igual

Olhar, beijar e ouvir, cantar um novo dia nascendo
É bom e é tão diferente
Música Dessa vez Nando Reis
Sambassim Sampa

“Sim ficou um samba, sim
Com pandeiro e tamborim
E já penso que sei tudo de samba
Vou sampleando e sambando, sou bamba”
Sambassim Fernanda Porto
Flores laranja

O que evidencia a vida em uma casa?
Eu respondo as cores,os movimentos, os sons, os aromas e os sabores…Para mim, a casa tem que ter cor. Uma mistura de cores vivas com cores neutras. Aos poucos vou construindo o repertório musical da Casa La Cipollina . Os sabores de frutas, saladas, sopas, chá de ervas, pães variados… Os movimentos são produzidos por mim, pelos pássaros que ouço cantar pela manhã, pelas visitas que recebo…Sem contar da memória que se espalha por todo canto…
Auto-Sabotagem
Quis saber mais… fui até o livro indicado no final da reportagem Ciclo da Auto-Sabotagem .
O livro traz relatos de casos descritos pelo psicoterapeuta. O que achei interessante foi identificar o padrão de comportamento repetitivo. Onde estamos vivendo o mesmo filme? -
Procrastinar
-
Ficar na defensiva
-
Insistir em um emprego do qual deveríamos pedir demissão
-
Morder a isca
-
Não delegar
-
Ser arrogante
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Ser competente, mas não saber lidar com os outros
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Ser mau ouvinte
-
Não ter auto disciplina
-
Perder tempo à toa
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Considerar-se indispensável
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Agradar as pessoas
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Sentir-se culpado
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Não saber aceitar não como resposta
-
Não saber perdoar
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Entrar em pânico
-
Desistir facilmente
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Concentra-se nos pontos fracos
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Ser impulsivo
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Frustrar-se
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Ter sensibilidade a flor da pele
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Não aprender com os próprios erros
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Não conseguir adesão da equipe
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Burlar regras
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Rotular pessoas
-
Ter expectativas baixas demais
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Pressupor que os outros o entendam
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Temer fracassos
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Usar jargão
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Preocupar-se com opinião alheia
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Ter medo de demitir os outros
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Ter medo de aprender coisas novas
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Ser sincero demais
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Não aceitar outras opiniões
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Estar despreparado
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Esperar ser valorizado pelo chefe
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Ter medo de fazer ou receber avaliações
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Confundir um desabafo com críticas
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Temer confrontos
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Inventar desculpas.
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Qual (is) áreas da minha vida realizo auto sabotagem?
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Por que realizo auto-sabotagem nesta área da minha vida?
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Como realizo a auto sabotagem?
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O que posso fazer para mudar minha atitude?
Estilo de vida

Agora vou ao supermercado de bicicleta. Tem dois supermercados 24 horas próximos. Eu que tenho hábito de ir várias vezes agora com a subida na volta não irá me limitar. E muitos outros lugares irei de bike. Portanto será uma grande companheira…
Hoje organizei mais a casa que já tem nome: Mariana Cipolina, para os intimos Casa La Cipolina. Estava a procura de um nome que tivesse significado. Lembra-me Mario Cipollini, um atleta italiano cheio de estilo… Bem, como meu bairro novo é a Vila Mariana, então Mario se transformou em Mariana e Cipolina por conta da intensidade que usarei a bike… mas ao organizar a casa está com jeito de Casa-Atelie lembrei da Casa La Sebastiana do Pablo Neruda. Enfim, gosto de ter estilo próprio com referências. Não sigo modismos, não abro mão de ambientações personalizadas e que personifiquem o meu jeito de ser, as minhas escolhas de vida.
Nova casa
Mudança de casa sempre dá muito trabalho. E muitas recompensas… ainda estou arrumando a nova casa… mas já penso em um nome… bem, mas este é assunto para outro post… o que vim hoje falar por aqui é a vista da minha varanda. Dá para ver ao longe o Museu do Ipiranga.


aqui com um pouco de zoom
uma região charmosa… ainda vou descobrir…porque conheço muito pouco… faz um tempo que queria ver uns verdinhos na minha janela sem ser minhas plantinhas…

Esta foto é anoite, com a lua cheia, a foto não saiu legal. Mas dá uma noção…

Bom por hoje só… tenho muita arrumação…
Caminho da fé
Recentemente pedalei uma parte do caminho da fé. Escolhi pela estrutura oferecida e não por questões religiosas. Pousadas e um trajeto direcionado por setas amarelas. Além de ser conhecido na região.Pedalei sozinha, venci desafios, cansaço, subidas, descidas, pedras, sol, chuva…

Um grande aprendizado do caminho para mim, foi vencer eu mesma.

Por outro lado a beleza, a simplicidade, a natureza, a imensidão…

Reconhecer a liberdade do presente…

Ter histórias para contar do que já se percorreu…

Sim… vale a pena! Saber que o caminho é a gente que faz com as nossas escolhas…
Depois de um tempo você aprende

Depois de algum tempo, você aprende que o sol queima, se ficar a ele exposto por muito tempo. E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que, não importam quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo (a) de vez em quando, e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que leva-se anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la…
Shakespeare
Canta que é no canto que eu vou chegar…

Começo a despedir-me da Casa Amarela, dos meus vizinhos, do bairro… Claro não é longe assim, continuo na mesma cidade hehe. Mas tem que ter um rito de passagem…
São Paulo é uma metropóle cheia de diversidade e cada bairro tem suas características e particularidades. Vou ter que aprender tudo do próximo bairro… descobrir as padarias, os parques, as praças, restaurantes e pelo que vi hoje vou gostar bastante…Pretendo usar muito a bicicleta.
Inicia-se uma nova fase! Lá vou eu. Começo encaixotar meus livros, roupas, objetos, louças…
# Ouço Casa pré-fabricada Roberta Sá
Mudança???

Mais mudanças! De casa, de bairro, de vizinhos… Sim, isso mesmo! Depois de 2 anos e meio na mesma rua, mudo-me para uma nova casa. Engraçado, como as coisas acontecem… no ano passado queria mudar de casa… e tudo que via não gostava. Não era o momento… Fui fazer outras coisas, cuidar da vida e ai aparece-me a oportunidade. Segundo as palavras de Pablo Neruda: “buscava uma casinha para viver e escrever tranquilo. Não pode estar muito em cima nem muito embaixo. Deve ser solitária porém não em excesso. Vizinhos, tomara que sejam invisíveis. Não deve ver, nem escutar. Original, porém não incômoda. Com asas, porém firme. Nem muito grande, nem muito pequena. Longe de tudo, porém perto da mobilidade, independente porém com comércio próximo. Além de tudo isso, precisa ser barata”.
Pra que ressignificar???

Argentina Hoy
No Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo, a exposição Argentina Hoy estará aberta até 30 de agosto. Entrada franca.

A arquitetura do prédio é riquíssima em detalhes e muito estilosa. Tem um café muito charmoso e aconhegante.

A exposiçãoArgentina hoy apresenta um panorama da arte contemporânea no país. Tem pintura, escultura, vídeo, fotografia.

Vale a pena conferir. Para saber mais acesse CCBB São Paulo
O que mexe com meus sentidos…

Ganhei um presentão da Cris do Nuvens. Amiga blogueira, cult e divertidíssima.
O regulamento consite em:
1- Indicar os 10 blogs que mexem com seus sentidos;
2- Dizer 5 coisas que mexem com seus sentidos nesse momento;
3- Linkar quem te deu o selo e exibir no blog.
Blogs que mexem com meus sentidos
Vamos lá o que mexe com meus sentidos neste momento:
- Ouvir samba antigo!
- Pedalar sempre mexe!
- Visualizar meu painel em frente da minha área de trabalho.
- Beber chá de limão com gengibre.
- Comer petiscos e pão de queijo hehe
Apresentação Chico Herrera
Estive no concerto no instituto Cervantes. Após apresentação conversei com Odé Amorim, músico, educador, pesquisador. Esta apresentação está vinculada ao programa ABC ANDALUZIA. Projeto iniciou-se a partir do Fórum Social Mundial, 2005 em Porto Alegre. Para saber mais acesse www.oficinativa.blogspot.com

Instrumentos alternativos utilizados no concerto.

Ressignificados
O curso de Terapia Comunitária, na UNIFESP voltou com força total. Sábado o dia todo! Participei de uma vivencia com foco “Cuidando do Cuidador”. Trabalhou-se as questões Herança familiar e Lei Pessoal. Essas viencias proporcionam oportunidade de auto conhecimento, escuta ativa, ressignificar os objetivos do Plano de Desenvolvimento Individual. 























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